7 Nutrientes que Não pode Ser Conseguido por meio de Alimentos de Origem Vegetal

Os humanos evoluíram comendo ambos os alimentos, os de origem vegetal e animal. Ao eliminar completamente qualquer um, corremos o risco de tornarmos deficiente em alguns nutrientes essenciais. Este artigo lista sete nutrientes que você não pode ingerir a partir de alimentos vegetais de comum consumo. Os vegetarianos e vegans podem precisar de alguns deles, a fim de manter a saúde equilibrada.

Alimentos de Origem Vegetal

1. Vitamina B12

A vitamina B12 é um nutriente essencial não encontrado no alimentos de origem vegetal. Também conhecido como cobalamina, a vitamina B12 é um nutriente solúvel em água, envolvidos no desenvolvimento das células vermelhas do sangue, na manutenção dos nervos e na função cerebral normal. Sem suplementos ou alimentos enriquecidos, os vegetarianos correm um alto risco de possuir deficiência na vitamina B12, que é encontrada principalmente nos alimentos de origem animal, como carne, peixe, produtos lácteos e ovos. Lacto-vegetarianos podem obter quantidades adequadas de vitamina B12, a partir de produtos lácteos e ovos, mas isso é algo muito mais desafiador para os vegans do que para um comedor de carne. Por esta razão, os vegetarianos correm um risco maior de deficiência da vitamina B12. Entre os sinais, sintomas e riscos associados com a deficiência incluem:

  • Fraqueza e Fadiga.
  • Função cerebral prejudicada.
  • Uma variedade de distúrbios cerebrais.
  • Distúrbio Psiquiatrico.
  • Distúrbios Neurológico em bebês amamentados com leite materno.
  • Anemia megaloblástica.
  • Possíveis associações com alzheimer.
  • Possívei associações com doença cardíaca.

As pessoas vegans devem ingerir vitamina B12 a partir de suplementos ou por alimentos enriquecidos com certos tipos de algas. Muitos alimentos processados são enriquecidos com vitamina B12. Entre estes estão a levedura, soja, cereais, pão e carne. Além disso, alguns alimentos vegetais contêm naturalmente pequenas quantidades do bioativo da vitamina B12, como:

  • Nori, um tipo de alga marinha.
  • Tempeh, um produto de soja fermentada.

A alga Nori é considerada a fonte mais adequada de vitamina B12, biologicamente disponível para os vegans. Tenha em mente que nori cru ou liofilizado pode ser melhor do que seco. Parece que a vitamina B12 é destruída no processo de secagem. Outro alimento vegetal reivindicado frequentemente e que contêm a vitamina B12 é a espirulina. No entanto, a espirulina contém as chamadas pseudovitaminas B12, que não é biologicamente disponível. Por esta razão, a espirulina não é adequada como uma fonte de vitamina B12.

Resumo: A vitamina B12 só é encontrada em alimentos de origem animal e em certos tipos de algas. Os vegans podem ingerir a vitamina B12 com o uso de suplementos, ou comendo alimentos enriquecidos, ou ainda comer as algas nori.

2. Creatina

A creatina é uma molécula encontrada em alimentos animais. A maior parte está armazenada nos músculos, mas a creatina também é encontrada em grandes quantidades concentradas no cérebro. A creatina funciona como uma reserva de energia de fácil acesso às células musculares, dando-lhes maior força e resistência. Por esta razão, a creatina é um dos suplementos mais populares do mundo para a construção muscular. Estudos mostram que a suplementação com creatina pode aumentar a massa muscular e a força. A creatina não é essencial na dieta, uma vez que pode ser produzida pelo fígado. No entanto, os vegetarianos têm menor quantidade de creatina em seus músculos. Colocar as pessoas em uma dieta vegetariana lacto-ovo por 26 dias provoca uma diminuição significativa na creatina muscular. Como a creatina não é encontrada em qualquer alimento vegetal, os vegetarianos e vegans só podem obtê-la a partir de suplementos. Em vegetarianos, a suplementação de creatina pode ter benefícios significativos, incluindo:

  • Melhora no rendimento físico.
  • Melhora na função do cérebro.

Muitos destes efeitos são mais fortes em vegetarianos do que em comedores de carne. Por exemplo, os vegetarianos que tomam suplementos de creatina podem experimentar melhoras significativas na função cerebral, enquanto os comedores de carne não veem nenhuma diferença.

Resumo: A creatina é um composto bioativo que falta nas dietas vegetarianas. Ela desempenha um papel importante no funcionamento do cérebro e músculo.

3. Carnosina

A carnosina é um anti-oxidante concentrado nos músculos e no cérebro. É muito importante para a função do músculo. Os níveis elevados de carnosina nos músculos estão ligados à redução da fadiga muscular e melhor desempenho. A carnosina é encontrada apenas em alimentos de origem animal. No entanto, isso não é essencial, uma vez que pode ser formado no corpo a partir de aminoácidos histidina e beta-alanina. As fontes alimentares de beta-alanina, como carne ou peixe, também podem contribuir significativamente para níveis musculares de carnosina. Os vegetarianos têm menos carnosina em seus músculos do que comedores de carne. O suplemento com beta-alanina aumenta os níveis de carnosina nos músculos, melhorando a resistência e o aumento da massa muscular. Suplementos de beta-alanina são facilmente encontrados.

Resumo: A carnosina é um nutriente encontrado em alimentos de origem animal. É importante para a função muscular. Suplementos de beta-alanina são eficazes para aumentar os níveis de carnosina e de vitamina D, nutriente essencial para muitas funções importantes. A deficiência da vitamina está ligada ao aumento do risco de varias condições adversas.

4. Colecalciferol (Vitamina D3)

A vitamina D é um nutriente essencial que tem muitas funções importantes. A deficiência em vitamina D está ligada ao aumento do risco de várias condições adversas. Esses incluem:

  • A osteoporose, com um maior risco de fraturas nos idosos.
  • Câncer.
  • Doença cardíaca.
  • Múltipla esclerose.
  • Depressão.
  • Função cerebral debilitada.
  • Perda de músculo e redução da força, especialmente em pessoas idosas.

A osteoporose (ossos fracos) e raquitismo (mal formação óssea) são os efeitos mais conhecidos da deficiência de vitamina D. Se a deficiência de vitamina D contribui para as outras condições, ou está apenas associada com elas, ainda não foi certamente compreendido. Também chamada de vitamina do sol, a vitamina D não tem que vir da dieta, a vitamina D pode ser produzido por nossa própria pele exposta à luz solar. No entanto, quando a exposição ao sol é limitada, temos que encontrar fontes para suprir essa necessidade, a partir de alimentos (ou suplementos). Existem dois tipos de vitamina D na dieta, ergocalciferol (D2) encontrada em plantas, e colecalciferol (D3) encontrados em alimentos de origem animal. Entre os tipos de vitamina D, o colecalciferol (a partir de animais) é muito mais potente do que o ergocalciferol. Em outras palavras, os níveis sanguíneos da vitamina D bioativa é muito mais eficaz. As melhores fontes de colecalciferol sãopeixes gordos e gemas de ovos. Outras fontes incluem os suplementos de óleo de fígado de bacalhau, ou alimentos enriquecidos, tais como leite ou cereais.

Resumo: O colecalciferol (D3) é um tipo de vitamina D encontrada em alimentos de origem animal, especialmente peixes gordos. É muito mais eficaz do que a forma vegetal da vitamina D, o ergocalciferol (D2).

5. Ácido Docosaexaenoico (DHA)

O ácido docosaexaenoico (DHA) é um ácido gordo omega-3, essencial. É importante para o desenvolvimento da função do cérebro. A deficiência de DHA pode ter efeitos adversos na saúde mental e função cerebral, especialmente em crianças. Além disso, em gestantes, a ingestão inadequada de DHA pode afetar negativamente o desenvolvimento do cérebro na criança. O DHA encontra-se principalmente em peixes gordos e óleo de peixe, mas também, em alguns tipos de microalgas. No corpo, o DHA também pode ser feita a partir do ácido gordo omega-3, encontrado em grandes quantidades nas sementes de linhaça, sementes de chia e nozes. No entanto, a conversão de ALA em DHA é ineficiente nos seres humanos. Por esta razão, os vegetarianos e veganos são muitas vezes afetados pela deficiência em DHA, do que os comedores de carne. Os vegans podem consumir este ácido graxo importante com o uso de suplementos de óleo de algas, feitas a partir de certas microalgas.

Resumo: o ácido docosahexaenóico (DHA) é um ácido graxo ômega-3 essencial, encontrado em peixes gordos e óleo de peixe. Também é encontrado em microalgas, que são uma fonte alimentar adequada para os vegetarianos.

6. Ferro Heme

O ferro heme é um tipo de ferro encontrado em carnes, especialmente na carne vermelha. É muito melhor absorvido do que o ferro não-heme, encontrado nos alimentos de origem vegetal. O ferro heme não só é bem absorvido, como ele também melhora a absorção do ferro não-heme dos alimentos vegetais. Este fenômeno não está totalmente compreendido e é chamado de “fator da carne”. Ao contrário do ferro não-heme, o ferro heme não é afetado por antinutrientes, tais como o ácido fítico, muitas vezes encontrado nos alimentos vegetais. Por esta razão, os vegetarianos e veganos estão mais propensos a anemia do que os comedores de carne. Especialmente as mulheres e as pessoas em dietas macrobióticas.

Resumo: A carne, especialmente a vermelha, contém um tipo de ferro chamado ferro heme, que é muito melhor absorvido que o ferro não-heme, encontrado nos alimentos vegetais.

7. Taurina

A taurina é um composto de enxofre encontrado em vários tecidos do corpo, incluindo o cérebro, coração e rins. A função da taurina no organismo não é totalmente clara. No entanto, verifica-se que ela pode desempenhar um papel na função muscular, na formação do sal biliar e nas defesas antioxidantes do organismo. A suplementação com taurina pode ter vários benefícios para a saúde do coração, tais como a redução do colesterol e da pressão arterial. A taurina é encontrada apenas em alimentos de origem animal, tais como peixes, frutos do mar, carnes, aves e produtos lácteos. Não é essencial na dieta, uma vez que pequenas quantidades são produzidas pelo corpo. No entanto, a taurina pode desempenhar um papel importante quando se trata dos níveis de taurina no corpo. Os níveis de taurina são significativamente menores em vegans do que em comedores de carne.

Resumo: A taurina é um composto de enxofre com muitas funções importantes no corpo, encontrada nos alimentos de origem animal.

Conclusão: Alimentos de Origem Vegetal

As dietas vegetarianas e veganas podem ser muito saudável para algumas pessoas. No entanto, existem alguns nutrientes importantes que são impossíveis de obter por meio de alimentos vegetais comumente consumidos. Se você planeja eliminar completamente esse alimentos de origem animal, basta ser mais prudente sobre a sua dieta e certifique-se que você está recebendo tudo o que seu corpo precisa.

10 Restaurantes Fast Food que Servem Alimentos Saudáveis

Fast Food não necessariamente significa insalubre. A maioria dos fast foods são baseados em ingredientes baratos e quase sempre insalúbres. No entanto, alguns restaurantes fast food oferecem alternativas saudáveis. São restaurantes que se concentram exclusivamente em um produto fast food saudável. Essas refeições podem salvar a vida, quando você não tem tempo ou energia para cozinhar uma refeição saudável. Aqui estão 10 restaurantes “fast food” que realmente têm algumas opções saudáveis no menu.

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1. Chipotle

Chipotle Mexican Grill é uma cadeia restaurante especializado em tacos e burritos. Com a declaração de missão “comida com integridade”, eles fazem um grande esforço para usar apenas ingredientes orgânicos, locais e carnes de animais naturalmente cultivadas.

Opções saudáveis: burritos, tacos e saladas, com uma variedade de carnes, legumes, arroz, feijão e guacamole.

Locais: em todo os EUA. Eles também possuem restaurantes no Canadá, Alemanha, França e Reino Unido.

2. Chick-fil-A

Chick-fil-A é um restaurante de fast food especializado em sanduíches de frango. Eles foram, na verdade, o primeiro restaurante de fast food nos EUA a oferecer um menu completamente livre de gordura trans e também têm feito grandes esforços para tornar os seus pratos mais saudáveis, especialmente para o menu das crianças, que oferece frutas e leite.

Opções saudáveis: nuggets de frango grelhado, saladas de frango e multi-grãos de aveia breakfast. A salada de mercado grelhado é excelente.

3. Wendy’s

Wendy’s é a terceira maior cadeia de hambúrgueres fast food do mundo, atrás apenas do McDonalds e Burger King. Embora o menu consista principalmente de hambúrgueres, sanduíches de frango e batatas fritas, o restaurante também oferece algumas alternativas mais saudáveis.

Opções saudáveis: saladas de frango, bem como grelhados frango em bandagens. A salada de frango com morango dá água na boca.

Locais: Wendy’s pode ser encontradoem 30 países em todo o mundo, principalmente nos EUA, Ásia, Caribe, América do Sul e Canadá.

4. McDonald’s

O McDonald é a maior cadeia de fast food do mundo. Muito conhecido por seus hambúrgueres de assinatura, como o Big Mac. A maioria das ofertas no McDonald são altamente processadas e insalúbres. O Mc Donald’s é fortemente criticado pelo papel de estimular a epidemia de obesidade e diabetes tipo II no mundo. No entanto, por causa das críticas crescentes e do aumento da consciência sobre saúde das pessoas ao redor do mundo, o Mc Donald’s colocaram várias alternativas saudáveis no menu.

Opções saudáveis: McDonald oferece várias saladas saudáveis, a maioria feitas com frango, legumes e frutas.

Locais: McDonald pode ser encontrado em todo o mundo, num total de 119 países.

5. Ruby Tuesday

Ruby Tuesday possui restaurantes em muitos locais de todo o mundo. Eles oferecem um menu amplo, que varia de carnes e frutos do mar à massas e saladas. As opções mais saudáveis do menu são marcados com o slogan “Fit & Trim”. Esses pratos contêm menos de 700 calorias por porção. Ruby Tuesday oferece opções com base em todos os tipos de necessidades dietéticas, tal como para as pessoas com sensibilidade ao glúten.

Opções saudáveis: Uma variedade de carnes, peixes e saladas, com acompanhamentos como batatas assadas e legumes frescos.

Locais: Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e alguns outros países.

6. The Cheesecake Factory

The Cheesecake Factory é conhecida pelas grandes porções e alto teor calórico. No entanto, devido ao aumento da conscientização sobre a saúde dos clientes, eles agora oferecem um menu Skinnylicious, com porções menores e ingredientes mais saudáveis.

Opções saudáveis: carnes, peixes, frutos do mar, saladas e vários aperitivos.

Locais: Principalmente os EUA, com vários restaurantes no Oriente Médio.

7. KFC

KFC (Kentucky Fried Chicken) é um restaurante fast food internacional, conhecido por sua assinatura de frango frito, eles servem principalmente profundas pedaços fritos de frango, nuggets de frango e hambúrgueres de frango. No entanto, alguns dos seus restaurantes agora começaram a vender frango grelhado para servir os clientes mais preocupados com a saúde.

Opções saudáveis: os pedaços de frango grelhado e um lado de feijão verde ou espigas de milho.

Locais: O KFC está espalhado por todo o mundo.

8. Subway

Subway é um restaurante de fast food que vende principalmente sanduíches (subs), e saladas.

Opções saudáveis: Você pode escolher o pão integral e incluir diversos vegetais no sanduíche.Você também pode rejeitar o pão completamente e comprar uma salada com peito de frango e bastante legumes frescos.

Locais: Eles têm mais de 44 mil restaurantes em 110 países do mundo.

9. Panera Bread

Panera Bread é uma padaria, um café e um restaurante que serve assados, sopas, saladas e sanduíches.

Opções saudáveis: Eles oferecem uma variedade de sopas e saladas saudáveis.

Locais: Eles estão nos EUA e Canadá.

10. Quase Todo Restaurante

Hoje em dia, quase todos os restaurante tem pelo menos algo saudável no menu. Se não, as refeições geralmente podem ser modificadas com facilidade para atender as preferências alimentares. É melhor optar por algo integral e ricos em proteínas, como carne ou peixe, servido com legumes (batata cozida). Basta ler o menu. Você provavelmente vai encontrar algo mais saudável

Conclusão sobre Fast Food

A maioria dos restaurantes acima também podem oferecer opções paraalgumas preferências alimentares, tais como refeições sem glúten e refeições vegetarianas. Embora alguns desses restaurantes sejam encontrados apenas nos EUA, a maioria deles são cadeias internacionais, que estão disponíveis em muitos outros países. Da próxima vez que você estiver com fome e sem tempo, ou sem vontade para cozinhar uma refeição saudável, ainda existe um restaurante “fast food” por perto que literalmente pode quebrar sua dieta e matar a sua fome, de maneira mais saudável.

Jejum Intermitente: 10 Evidências Baseadas em Benefícios

O jejum intermitente é um padrão alimentar que você alterna entre períodos para comer o desjejum. Muitos estudos mostram que ele pode ter benefícios poderosos para seu corpo e cérebro. Aqui estão os 10 benefícios com base em evidências saudáveis para o jejum intermitente.

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1. Jejum Intermitente Altera a Função das Células, Genes e Hormônios

Quando você não come por um tempo, várias coisas acontecem em seu corpo. Por exemplo, seu corpo inicia processos de reparação celular importantes e altera os níveis hormonais para fazer a gordura corporal armazenada ser mais acessível. Aqui estão algumas das mudanças que ocorrem em seu corpo durante o jejum:

  • Níveis de insulina: Os níveis sanguíneos de insulina têm uma significativa queda, o que facilita a queima de gordura.
  • Hormônio de crescimento humano: Os níveis sanguíneos do hormônio de crescimento aumenta quase cinco vezes. Níveis mais elevados desse hormônio facilita o ganho de queima de gordura e músculo, com inúmeros outros benefícios.
  • Reparação celular: O corpo induz processos de reparação celular importantes, tais como a remoção de resíduos a partir de células.
  • Expressão gênica: Há mudanças benéficas em vários genes e moléculas relacionadas à longevidade e proteção contra a doença.

Muitos dos benefícios do jejum intermitente estão relacionados com estas alterações dos hormônios, expressão e função dos genes de células.

Resumo: No jejum, os níveis de insulina caem e os hormônios de crescimento aumentam. As células também iniciam processos de reparação celular e importantes mudanças, em expressão nos genes.

2. Jejum pode Ajudar a Perder Peso e Gordura da Barriga

Muitos dos que tentam jejum intermitente fazem isso a fim de perder peso. De um modo geral, o jejum intermitente vai fazer você comer menos refeições. A menos que você compense, comendo muito mais durante as outras refeições, o você vai diminuir as calorias. Além disso, o jejum intermitente melhora a função hormonal para facilitar a perda de peso. Os níveis mais baixo de insulina, os níveis de hormônio de crescimento mais elevados e o aumento da quantidade de norepinefrina (noradrenalina), aumentam a quebra da gordura corporal e facilita a sua utilização para a energia. Por esta razão, o jejum de curto prazo, na verdade, aumenta a taxa metabólica de 3,6 à 14%, ajudando você a queimar ainda mais calorias. Em outras palavras, o jejum intermitente trabalha em ambos os lados da equação de calorias. O jejum aumenta a sua taxa metabólica (aumenta calorias – fora) e reduz a quantidade de alimento que você come (reduz calorias – dentro). De acordo com uma revisão de 2014 da literatura científica, o jejum intermitente pode causar a perda de peso num percentual de 3 para 8% entre 3 e 24 semanas, é um número considerável. As pessoas também perderam de 4 a 7% da circunferência da cintura, o que indica que esse jejum intermitente leva a perda da gordura da barriga, nociva na cavidade abdominal, que causa a doença. Um estudo de revisão também mostrou que o jejum intermitente causou menos perda de massa muscular do que a contínua restrição de calorias. De todas as coisas consideradas, o jejum intermitente pode ser uma ferramenta de perda de peso incrivelmente poderosa.

Resumo: Jejum intermitente ajuda você a comer menos calorias, enquanto aumentando o metabolismo ligeiramente. É uma ferramenta muito eficaz para perder peso e barriga gordura.

3. Jejum Intermitente pode Reduzir a Resistência à Insulina e a Diminuir o Risco da Diabetes Tipo II

A diabetes tipo II tornou-se muito comum nas últimas décadas. A principal característica da diabetes vem dos níveis de açúcar no sangue, no contexto da resistência à insulina. Qualquer coisa que reduz a resistência à insulina deve ajudar a reduzir os níveis de açúcar no sangue e a proteger contra a diabetes tipo II. Curiosamente, o jejum intermitente demontra benefícios importantes para a resistência à insulina e leva a uma impressionante redução nos níveis de açúcar no sangue. Os estudos humanos sobre jejum intermitente mostrou que a glicemia no jejum foi reduzido de 3 à 6%, enquanto a insulina de jejum foi reduzido de 20 à 31%. Um estudo feito com ratos diabéticos também mostrou que o jejum intermitente protege contra danos nos rins, uma das mais graves complicações da diabetes. O que isto significa, é que o jejum intermitente pode ser altamente protetor para as pessoas que estão em risco de desenvolver a diabetes tipo II. No entanto, pode haver algumas diferenças entre os sexos. Um estudo com mulheres mostrou que o controle de açúcar no sangue piorou depois de um protocolo de jejum intermitente ao longo de 22 dias.

Resumo: Jejum intermitente pode reduzir a resistência à insulina e levar a níveis mais baixos de açúcar no sangue, pelo menos nos homens.

4. Jejum Intermitente pode Reduzir o Estresse Oxidativo e a Inflamação no Corpo  

O estresse oxidativo é um dos passos em direção ao envelhecimento e muitas doenças crônicas. Trata-se de moléculas instáveis chamadas radicais livres, que reagem com outras moléculas importantes (como proteínas e DNA) e danificam o corpo. Vários estudos mostram que o jejum intermitente pode aumentar a resistência do corpo ao stress oxidativo. Além disso, os estudos mostram que o jejum intermitente pode ajuda a combater a inflamação, outro fator-chave para outros tipos de doenças comuns.

Resumo: Os estudos mostram que o jejum intermitente pode reduzir o dano oxidativo e inflamação no corpo. Além de possuir benefícios contra o envelhecimento e desenvolvimento de inúmeras doenças.

5. Jejum Intermitente pode ser Benéfico para o Coração  

A doença cardíaca é atualmente a maior assassina do mundo. Sabe-se, que diversos indicadores de saúde (chamados “fatores de risco”) estão associados com qualquer aumento ou diminuição do risco da doença cardíaca. O jejum intermitente mostra uma melhora de inúmeros fatores de risco diferentes, incluindo a pressão arterial, o colesterol total e LDL, triglicerídeos no sangue, indicadores inflamatórios e os níveis de açúcar no sangue. No entanto, muito do conhecimento é baseado em estudos com animais. Os efeitos sobre a saúde do coração precisam ser estudados muito mais longe em seres humanos antes de recomendações podem ser feitas.
Resumo: Estudos mostram que o jejum intermitente pode melhorar vários fatores de risco para as doenças cardíacas, como a pressão arterial, níveis de colesterol, triglicerídeos e indicadores inflamatórios.

6. Jejum Intermitente Induz à Vários Processos de Reparo Celular

Quando jejuamos, as células do corpo iniciam um processo celular para “remoção de resíduos”, chamado autofagia. Isso envolve as células que quebram e metabolizam proteínas quebradas e disfuncionais, que se acumulam no interior das células ao longo do tempo. O aumento da autofagia pode proteger contra várias doenças, incluindo o câncer e doença de Alzheimer.
Resumo: O jejum provoca uma via metabólica chamada autofagia, que remove os resíduos a partir de células.

7. Jejum intermitente pode ajudar a prevenir Câncer

O câncer é uma doença terrível, caracterizada por um crescimento descontrolado de células. O jejum mostra ter vários efeitos benéficos no metabolismo, que pode levar a redução do câncer. Embora sejam necessários maiores estudos com humanos, evidências promissoras vindo de estudos com animais, indicam que o jejum intermitente pode ajudar a prevenir câncer. Outras evidências com pacientes humanos com câncer, mostraram que o jejum reduzido causa vários efeitos colaterais da quimioterapia.

Resumo: Jejum intermitente tem sido mostrado para ajudar a prevenir o câncer em estudos com animais. Um papel em humanos mostraram que ele pode reduzir os efeitos colaterais causados pela quimioterapia.

8. Jejum Intermitente é Bom

O que é bom para o corpo muitas vezes é bom para o cérebro também. O jejum intermitente melhora diversas características metabólicas, que se sabe serem importantes para a saúde do cérebro. Isso inclui redução do estresse oxidativo, inflamação reduzida e uma redução dos níveis de açúcar no sangue e resistência à insulina. Vários estudos com ratos demonstram que o jejum intermitente pode aumentar o crescimento de novas células nervosas, o caminho para as vantagens na função cerebral, o que aumenta os níveis do hormônio com fator cerebral, chamado neurotrófico derivado do cérebro (BDNF). A deficiência tem sido associada à depressão e outros problemas cerebrais. Estudos com animais mostraram também, que o jejum intermitente protege contra danos cerebrais causados pelo AVC.

Resumo: Jejum intermitente pode ter benefícios importantes para a saúde do cérebro. Pode aumentar o crescimento de novos neurônios e proteger o cérebro contra danos.

9. Jejum Intermitente pode Ajudar com a Prevenção de Alzheimer

A doença de Alzheimer é uma doença neurodegenerativa comum no mundo. Não há nenhuma cura disponível para a doença de Alzheimer. Um estudo realizado com ratos mostra que o jejum intermitente pode atrasar o aparecimento da doença de Alzheimer, ou reduzir a sua gravidade. Em uma série de relatos de casos, uma intervençãono estilo de vida, incluiu jejuns diários de curto prazo, capazes de melhorar significativamente os sintomas de Alzheimer em 9 de 10 pacientes. Os estudos com animais também sugerem, que o jejum pode proteger contra outras doenças neurodegenerativas, incluindo a doença de Parkinson e doença de Huntington. No entanto, é necessário mais investigação em seres humanos.

Resumo: Estudos com animais sugerem que o jejum intermitente seja protetor contra as doenças neurodegenerativas, como a doença de Alzheimer.

10. Jejum Intermitente pode Aumentar o Tempo de Vida  

Uma das aplicações mais excitantes do jejum intermitente pode ser a sua capacidade de estender o tempo. Os estudos com ratos demonstraram, que o jejum intermitente prolonga a vida de uma forma semelhante à restrição calórica contínua. Em alguns destes estudos, os efeitos foram bastante dramáticos. Em um deles, os ratos em jejum, viveram 83% mais tempo do que os ratos que não estavam em jejum. Embora essa constatação esteja longe de ser comprovada em humanos, o jejum intermitente tornou-se muito popular como um anti-envelhecimento. Levando em conta os benefícios para o metabolismo e para outros indicadores de saúde, faz sentido que o jejum intermitente possa ajudá-lo a viver uma vida mais longa e saudável.

Massa Muscular: 5 Nutrientes Encontrados Apenas em Fontes Animais

Os músculos são cruciais e quanto mais você tem, maior a sua qualidade de vida. Os músculos realizam as muitas funções vitais, como respirar, andar, falar e levantar caixas, além de queimar calorias, o que lhe permite comer um pouco mais sem engordar. Além disso … ter uma quantidade respeitável de massa muscular pode ajudar ao se ver nu. Se você quer construir e manter a massa muscular, você precisa de alguma forma ingerir os blocos de construção que os formam. Faz sentido, certo? Bem … a melhor maneira de ingerir os blocos de construção muscular é comer músculo. Em outras palavras, comer carne. Aqui estão 5 nutrientes dos alimentos de origem animal que são importantes para a massa muscular, que não podem ser obtido a partir de plantas.

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1.Proteína Animal

Os músculos são feitos, em grande parte de proteínas, que são cadeias longas de aminoácidos, em formas complexas. Existem 21 aminoácidos que o corpo utiliza para sintetizar as proteínas. O corpo pode produzir alguns deles, ao mesmo tempo deve ser equilibrado com os alimentos. Os ácidos do corpo não conseguem produzir os denominados aminoácidos essenciais (EAAs). Para fazer pleno uso da proteína na dieta, precisamos ter todos os aminoácidos essenciais nas proporções certas. As proteínas dos alimentos de origem animal, como carne, ovos, peixe e produtos lácteos, contêm todos os aminoácidos essenciais e podem  ser  facilmente incorporados no corpo. O mesmo não pode ser dito para as proteínas vegetais, que não têm um perfil bom de aminoácidos. Estudos mostram que o consumo de proteína animal está associado com a massa muscular e que uma dieta onívora provoca maior ganho muscular durante o treinamento de resistência do que numa dieta vegetariana. A recomendação de ingestão diária para a proteína na dieta é muito baixa, fixado em 0,8 gramas de proteína por cada quilograma de peso corporal. Estudos mostram que esse montante é insuficiente para a composição corporal ideal, especialmente em indivíduos que são fisicamente ativos. Isso torna difícil  satisfazer as necessidades de proteína do corpo em uma dieta à base de plantas, pois a maioria das plantas são pobres em proteínas.

Resumo: As melhores fontes de proteína numa dieta são os alimentos de origem animal. É extremamente difícil consumir a quantidade de proteína suficiente com uma dieta baseada em vegetais.

2. Creatina

A creatina é o suplemento de construção muscular mais popular do mundo. Uma grande quantidade de estudos científicos mostram que a creatina pode melhorar a força e aumentar a massa muscular. A creatina forma uma reserva de energia nos músculos. A moeda de energia de cada célula no planeta é chamado de ATP, ou trifosfato de adenosina. Sem bioquímica complexa, o ATP produz energia doando uma molécula de fosfato. Quando ele faz isso, a energia é liberada. O problema é que as células têm uma quantidade finita de ATP que não duram muito tempo, se você estiver fazendo exercícios difíceis como agachamentos. É aí que a creatina carrega as células musculares com fosfato e a célula continua a produzir energia. Isto é particularmente importante durante a alta intensidade de trabalho anaeróbio como levantar pesos ou corrida. O organismo pode produzir a seu própria creatina, mas este processo é ineficiente. Cerca de 95% da creatina fica armazenada nas células musculares e as únicas fontes alimentares de creatina são produtos de origem animal. Estudos mostram que os vegetarianos são deficientes em creatina. A creatina é concentrada no cérebro.

Resumo: Alimentos de origem animal são únicas fontes de creatina na dieta. Estudos  mostram que os vegetarianos são deficientes em creatina, o que pode afetar as funções do músculo e do cérebro.

3. Carnosina

A carnosina é um dipeptídeo altamente concentrado no músculo e cérebro. A carnosina é formada a partir de dois aminoácidos, a histidina e beta-alanina. A carnosina ficou muito popular como suplemento anti-envelhecimento, uma vez que inibe parcialmente alguns processos degenerativos. Uma das razões pelas quais os músculos fadigam, durante o trabalho intenso, quando os músculos formam grandes quantidades de ácido lático, aumentando a acidez da célula muscular e dificulta a sua função. Este é o lugar onde as etapas da carnosina funcionam, como um amortecedor contra o acúmulo de ácido. A melhor maneira de aumentar a carnosina é ingerir ou carnosina ou beta-alanina, que são encontradas estritamente em alimentos animais, mas também em suplementos. Estudos mostram que ter mais carnosina, fortalecem seus músculos, os tornando mais resistentes à fadiga. A suplementação de beta-alanina (aumenta a carnosina)e também aumenta a massa muscular. Os vegetarianos têm menos carnosina em seus músculos do que os comedores de carne, o que deve levar à fadiga muscular.

Resumo: A carnosina é encontrada estritamente em alimentos de origem animal. Ela reduz o acúmulo de ácido nos músculos e leva à fadiga reduzida nos músculos. Os vegetarianos são deficientes em carnosina.

4. Gordura Saturada e Colesterol

Muitas pessoas pensam que a gordura saturada e o colesterol são a raiz de todo o mal, apesar dessa hipótese já ter sido completamente refutada e ainda assim levou muitas pessoas a adotar uma dieta de baixa gordura, que é pobre em alimentos de origem animal, mas ricos em açúcares e amidos. Um dos efeitos secundários da dieta de baixo teor de gordura é que elas reduzem a testosterona, hormônio essencial para a massa muscular, força, libido e bem-estar geral. Um estudo mostra que o consumo de gordura saturada está relacionada com um aumento dos níveis de testosterona. Muitos estudos sobre os vegetarianos mostram que eles têm níveis de testosterona mais baixos.

5. Vitamina D3

A deficiência de vitamina D é comum, especialmente em países onde há pouco sol. A vitamina D funciona de fato como um hormônio esteróide no corpo, onde se desloca para os núcleos de células e transformam os genes, ligados ou desligados. Ter a Vitamina D equilibrada no sangue é importante por muitas razões e um deles é a função adequada dos músculos. A deficiência está correlacionada com a diminuição da massa muscular e da força, especialmente nos idosos. Estudos mostram que em indivíduos com deficiência em vitamina D, a suplementação melhora a função e força muscular. Existem duas formas de vitamina D na dieta … D2 (ergocalciferol) e D3 (colecalciferol). D2 vem de plantas, D3 de animais. A forma animal (D3) é muito mais ativa no organismo do que a forma vegetal (D2). As únicas fontes são o óleo de fígado de bacalhau peixe e peixes gordos. Se você não pega sol durante o ano, é melhor um suplemento D3.

Resumo: A vitamina D3 é uma vitamina muito importante, a deficiência causa problemas na função muscular. A vitamina D3 pode ser encontrada em quantidades limitadas em alimentos de origem animal.

Nutrientes Musculares “Coma Carne”… ou procure um Suplemento

Há muitos outros nutrientes essenciais para a saúde que faltam nos vegetais. Um exemplo é a vitamina B12. Se você optar por evitar animais e manter a massa muscular, então é recomendável que você suplemente.As dietas veganas podem levar à perda de peso, mas a longo prazo, podem levar a perda de massa muscular. Ser magro(a) é uma coisa boa, esquelético é outra coisa.

A Soja É Boa ou Ruim para Você? A Grande Verdade

A soja é definitivamente um dos alimentos mais controversos do mundo. Dependendo para quem você perguntar, ou a soja é um superalimento maravilhoso ou um veneno. Tal como acontece com a maioria das coisas na alimentação, existem bons argumentos de ambos os lados.

soja

O Que é a Soja e como é Usada?

A soja é uma leguminosa que teve origem no leste da Ásia, mas agora é produzida em larga escala nos Estados Unidos. A soja é usada para fazer muitos alimentos diferentes e pode ser consumida inteira, com os tipos imaturos sendo chamado edamame. Feijões de soja deve ser preparados, pois são tóxicos quando cru. A soja é usada no tofu, no leite de soja e vários substitutos da carne e de laticínios. A soja também é usada em alimentos fermentados como miso, natto e tempeh, que são consumidos em alguns países asiáticos. Mais de 90% da soja produzida nos EUA é geneticamente modificada e as culturas são pulverizadas com o herbicida Roundup, que pode estar associado a efeitos adversos na saúde. Curiosamente, feijões de soja integrais são raramente consumidos nos países ocidentais. A maioria da soja na dieta, vem a partir de produtos refinados, processados ​​a partir dos feijões de soja. A maior parte da plantação de soja nos EUA é usada para produzir o óleo de soja, que é extraído usando o solvente químico hexano. O óleo de soja forneceu cerca de 7% das calorias na dieta dos EUA no ano de 1999. O que resta da soja após a gordura é extraída e chamada de farelo de soja, que é cerca de 50% de proteína. A maioria do farelo da soja é usado para alimentar o gado. Porque ser barato e ter certas propriedades funcionais, o óleo de soja e a proteína de soja têm encontrado o seu caminho em todos os tipos de alimentos processados, por isso, a maioria das pessoas nos EUA estão consomem quantidades significativas de soja, mesmo sem saber sobre muita sobre a sua propriedade. A proteína de soja também é o principal ingrediente das fórmulas infantis à base de soja.

Resumo: A maioria da soja nos EUA é usada para fazer óleo de soja. O resíduo se usa para alimentar o gado ou para produzir a proteína de soja. Grãos integrais de soja são raramente consumidos.

Nutriente de Grãos de Soja

A soja integral contêm uma gama de nutrientes importantes. Por exemplo, em 100 gramas de grãos, maduros e cozidos, contêm grandes quantidades de manganês, selênio, cobre, potássio, fósforo, magnésio, ferro, cálcio, vitamina B6, ácido fólico, Riboflavina (B2), tiamina (B1) e vitamina K. Esta parte da soja também contém 173 calorias, com 9 gramas de gordura, 10 gramas de carboidratos (6 dos quais são de fibra) e 17 gramas de proteína. A soja também é muito rica em fitatos, substâncias que se ligam à minerais e reduzem a sua absorção. A soja é uma boa fonte de proteína. As proteínas da soja não são tão boas como a da carne ou do ovo, mas é melhor do que a maioria das outras proteínas vegetais. No entanto, o processamento da soja, à uma temperatura alta, desnatura algumas proteínas e reduzem a sua qualidade. Os ácidos graxos da soja são principalmente o omega-6 de gorduras poliinsaturadas e isto pode ser problemático, porque muito omega-6 na dieta podem levar à inflamação e vários tipos de problemas de saúde. Por esta razão, é muito importante evitar o óleo de soja (e outros SHIGH óleo vegetal em Omega-6). Esteja ciente de que a composição de nutrientes de soja depende dramaticamente da safra da soja. O grão de soja pode ser nutritivo, enquanto produtos refinados derivados da soja, como a proteína e óleo de soja não são nutritivos em nada.

Resumo: Grãos inteiros de soja são ricos em micronutrientes e contêm fitatos, que bloqueiam a absorção de minerais. A soja é muito rico em Omega-6 ácidos graxos poliinsaturados, que podem causar problemas.

A Soja Pode Ter Algum Benefício Saudável

Não seria certo falar sobre todas as coisas ruins sem mencionar o bem. A verdade é que há alguma evidência de benefícios para a saúde em determinadas pessoas. A soja tem sido bem pesquisada por seus efeitos que baixam o colesterol. E vários estudos mostram que a proteína da soja pode reduzir o colesterol total e o LDL, embora outros não consideram nenhum efeito. É importante ter em mente que, mesmo que a soja reduza o colesterol (que os estudos não concordam), não há nenhuma garantia de que isso vá levar a uma diminuição da doença cardíaca. Estudos observacionais mostram uma mescla de resultados. Alguns estudos mostram uma redução do risco da doença cardíaca, outros não. Existem também alguns estudos, de observação, que mostram a relação da soja com o redução de risco do câncer de próstata.
Resumo: a soja pode reduzir os níveis de colesterol, embora estudos mostrem resultados conflitantes. Homens que consomem soja possuem um risco menor de desenvolver câncer de próstata em idade avançada.

Soja Contém Isoflavonas que Funcionam como Inibidores de Glândula

Os estrogênios são hormônios esteróides encontrados principalmente no sexo feminino e desempenham um papel importante na regulação do desenvolvimento sexual e ciclos reprodutivos. Os estrogênios também são encontrados em homens, embora em pequenas quantidades. Os estrogênios (hormônios esteróides e outros) movimentam-se para os núcleos das células e ativam o receptor de estrogênio. Quando isso acontece, há alteração na expressão do gene, conduzindo a uma espécie de efeito fisiológico. O problema com o receptor de estrogênio é que ele não é muito seletivo nas substâncias ativas. Algumas substâncias se parecem com o estrogênio e também podem ativá-lo. Isto é onde a soja é interessante … A soja contém grandes quantidades de compostos biológicos ativos chamados isoflavonas, que funcionam como fitoestrógenos … isto é, compostos vegetais que podem ativar os receptores de estrogênio no corpo humano. Estas isoflavonas são classificadas como inibidores de glândulas, substâncias químicas que interferem na função normal de hormônios no corpo. As principais isoflavonas da soja são a genisteína, a daidzeína e gliciteína, que ativam o estrogênio reduzido às isoflavonas de bloqueio do estrogênio real, mais potente, ou que pode levar a um aumento da atividade do estrogênio, devido às isoflavonas de ativação dos receptores.

Resumo: As isoflavonas encontradas na soja podem ativar e / ou inibir os receptores de estrogênio no corpo, o que pode interromper a função normal do corpo.

Isoflavonas da Soja podem Afetar o Risco de Câncer de Mama

Devido à atividade estrogênica, as isoflavonas são muitas vezes utilizadas como alternativa natural ao medicamento estrogênico, que alivia os sintomas da menopausa. Na verdade, as isoflavonas podem reduzir os sintomas quando as mulheres estão passando pelo período de menopausa, bem como à redução do risco de perda óssea em mulheres idosas, como a terapia de reposição de estrogênio. No entanto, este uso é controverso e muitos acreditam que os riscos superam qualquer benefício potencial. Estudos feitos com animais mostram que as isoflavonas da soja podem causar câncer de mama. Os estudos com humanos mostram as isoflavonas da soja como estimulantes da proliferação e atividade de células nos seios. Em um estudo, 48 mulheres foram divididas em dois grupos. Um grupo comeram a sua dieta normal, o outro foi suplementado com 60 gramas de proteína de soja. Depois de apenas 14 dias, o grupo da proteína de soja apresentava aumentos significativos na proliferação (aumento em número) de células epiteliais dos seios, que são as células mais prováveis de se tornarem cancerosas. Em outro estudo, com 24 mulheres, 7 (29,2%) tiveram um aumento do número de células epiteliais da mama, quando foram suplementadas com a proteína da soja. Estas alterações podem indicar um aumento no risco de câncer de mama, que é o cancro mais comum nas mulheres. No entanto, muitos estudos observacionais mostram que as mulheres que consomem soja, na verdade, têm um risco reduzido de câncer de mama. As mudanças biológicas nos seios e os estudos onde a soja provoca câncer de mama, em roedores, são uma das principais causas de preocupação. Alguns pequenos estudos com humanos, a soja causa perturbações leves no ciclo menstrual, levando ao atraso da menstruação prolongada.

Resumo: As isoflavonas da soja pode aumentar a multiplicação das células no seio. No entanto, estudos observacionais mostram um risco reduzido do câncer de mama. Outra constatação é que a soja pode levar a perturbações leves do ciclo menstrual normal.

Soja, Testosterona e a Saúde Masculina Reprodutiva

Os homens possuem alguma quantidade de estrogênio e níveis elevados não é normal. Portanto, parece lógico que o aumento da atividade estrogênica das isoflavonas da soja, acarreta em alguns efeitos nos homens. Em ratos, a exposição à isoflavonas de soja no útero, pode causar efeitos adversos no desenvolvimento sexual do sexo masculino. Em um estudo humano, 99 homens que frequentam uma clínica de infertilidade foram estudados. Os homens que haviam comido mais de soja nos últimos 3 meses tiveram a contagem mais baixa de espermatozóides. Claro, este estudo é apenas uma correlação estatística e não prova que foi a soja, que levaram a uma diminuição da contagem de espermatozóides. Outro estudo descobriu que 40 miligramas de isoflavonas de soja por dia, durante 4 meses, não teve efeito sobre os hormônios ou qualidade do sêmen. Muitos acreditam que a soja reduz os níveis de testosterona, mas o efeito parece ser fraco e inconsistente. Alguns estudos mostram uma pequena redução, enquanto outros não encontram nenhum efeito.

Resumo: A exposição a compostos similares ao estrogênio na região do útero, pode levar a efeitos adversos nos homens. Estudos sobre os efeitos da soja com relação a qualidade do esperma e testosterona, ainda são inconclusivos.

Soja Pode Interferir na Função da Tireóide

As isoflavonas da soja, funcionam como goitrogens, substâncias que interferem a função da tireóide. Elas podem inibir a função da tireóide peroxidase enzima, que é essencial para a produção de hormônios da tireóide. Um estudo com 37 adultos japoneses revelou que 30 gramas de soja, por 3 meses, eleva os níveis de hormônio estimulante da tireóide (TSH), um indicador para a função da tireóide prejudicada. Muitos indivíduos apresentaram sintomas de hipotireoidismo, incluindo mal-estar, constipação, sonolência e aumento da tireóide. Estes sintomas surgiram quando os indivíduo pararam de consumir a soja. No entanto, existem outros estudos que mostram que a soja tem q apenas um efeito muito leve sobre a função da tireóide em seres humanos.

Resumo: Apesar das isoflavonas da soja inibir a função de uma enzima-chave da tireóide, não há provas suficientes para concluir que elas contribuam para o hipotireoidismo em adultos.

Fórmula para a Criança Baseada em Soja Não é uma Boa Ideia

Expor crianças â isoflavonas, alimentando-lhes com uma fórmula infantil à base de soja, pode ter efeitos nocivos. Em um estudo, meninas infantis alimentadas com fórmula de soja, apresentaram mais tecido mamário aos 2 anos de idade do que aquelas que foram alimentadas com leite materno ou fórmula à base de produtos lácteos. Outro estudo mostrou que as meninas alimentadas com fórmula de soja eram muito mais propensas a passar pela puberdade em uma idade mais jovem. Há também evidências, de que a fórmula de soja durante a infância pode acarretar a um prolongamento do ciclo menstrual e aumento da dor durante a menstruação em idade adulta. A soja contém muito manganês, mais elevado até do que o leite materno, o que pode conduzir a problemas neurológicos e ADHD. A fórmula de soja infantil também é rica em alumínio, o que pode causar todos os tipos de problemas. Não há dúvida sobre isso … o leite materno é o melhor alimento para os bebês. Para as mulheres que não podem amamentar, a fórmula à base de leite é uma opção muito melhor do que a fórmula à base de soja, que só deve ser utilizada como último recurso.

Resumo: Há evidências significativas de que a fórmula infantil à base de soja pode causar danos, tanto através do seu teor de isoflavonas e seu anormal alto teor de manganês e alumínio.

Soja Fermentada é Segura em Poucas Quantidades

É verdade que muitas populações asiáticas consomem sem problemas aparentes. De fato, essas populações tendem a ser muito mais saudáveis do que os ocidentais, embora eles comecem a sofrer das mesmas doenças, que a dieta ocidental prolifera pelo mundo, inclusive nesses países. A coisa é … essas populações geralmente consomem produtos de soja fermentados, como natto, miso e tempeh. A fermentação degrada o ácido fítico, embora não se livre das isoflavonas. O Natto pode ser especialmente saudável, pois ele contém uma quantidade significativa de vitamina K2, que é importante para a saúde cardiovascular e óssea das muitas pessoas que são deficientes nessa vitamina. A dose faz o veneno … e fitoestrogênios são, provavelmente, fazem muito bem se você não come muito. Se você pretende consumir, escolha produtos de soja fermentados e coma pequenas quantidades.

10 Principais causas de ganho de peso e obesidade

A obesidade é um dos maiores problemas de saúde no mundo. Ela se alia com várias outras doenças, que se forem combinadas, pode matar milhões de pessoas por ano. Entre as doenças estão a diabetes, doenças cardiovasculares, câncer, acidente vascular cerebral, demência e vários outros.

Fat man holding a measuring tape. Weight Loss.
Obesidade

Obesidade

Nas discussões sobre ganho de peso e obesidade, muitas pessoas pensam que perder peso, está puramente ligado à força de vontade. Se nós ganhamos peso (ou não) é resultado de um comportamento e neste caso, o comportamento alimentar. Se nós comemos mais do que o organismo utiliza, ganhamos peso. Se decide comer menos e se exercitar, então perdemos peso. No entanto … o comportamento humano é complexo e está impulsionado por vários fatores biológicos como a genética, hormônios e circuitos neurais. O comportamento alimentar, assim como o comportamento sexual e o comportamento de sono, também são impulsos de processos biológicos. Dizer que o comportamento é apenas uma ação da força de vontade (“A força de vontade move montanhas”) é demasiado simplista. A força de vontade na maioria das pessoas se desintegra sob a força de outros sinais, tanto internos como externos. Abaixo estão 10 fatores que podem ser a causa do ganho de peso, obesidade e doença metabólica, que realmente não têm nada a ver com força de vontade.

1. Genética

A obesidade tem um componente genético forte. Logo, descendentes de pais obesos são muito mais propensos a se tornarem obesos, se comparados com os descendentes de pais magros. Isso não quer dizer que a obesidade seja pré determinada. Os sinais enviados pelos genes podem ter um efeito importante, sobre quais genes são expressos e quais não são. Sociedades não-industrializadas, rapidamente ficam obesas, quando começam com uma dieta típica ocidental. A genética não se altera, o ambiente e os sinais enviados por eles para os seus genes, alteram. Parece claro que existem componentes genéticos que afetam a nossa suscetibilidade a ganhar peso. Estudos sobre gêmeos idênticos demonstram isso muito bem.

2. Engenharia do “Hiper Sabor”

Hoje , os alimentos são refinados com ingredientes misturados e um monte de produtos químicos. Estes produtos são projetados para custar menos, terem um tempo maior de prateleira e um sabor incrivelmente bom para comermos mais. Ao produzir alimentos  com “hiper sabor”, os fabricantes apostam em fazer o consumidor se viciar em consumir aquele produto. Os alimentos processados ​​não se parecem com comida, são produtos altamente projetados, com orçamento e lucro antes da ‘comida’ em si.

3.Vício em Comida

Estes alimentos de lixo altamente projetados para causar um estímulo poderoso de recompensa em nossos cérebros. Sabe o que isso causa? o mesmo que as drogas de abuso como álcool, cocaína, nicotina e cannabis. O fato é que a junk food pode causar vício nos indivíduos suscetíveis. As pessoas perdem o controle sobre seu comportamento alimentar, da mesma maneira como os alcoólicos perdem o controle sobre seu comportamento em beber. O vício é uma questão complexa, com uma base biológica que pode ser muito difícil de superar. Quando você se torna viciado em algo, você perde sua liberdade de escolha.

4. Marketing Agressivo (Especialmente o Infantil)

As empresas de alimentos processados são agressivas e antiéticas, fazem alegações enganosas e gastam grande quantidade de dinheiro com os principais cientistas, influenciando as suas pesquisas e orientações. As empresas de junk food são ainda piores do que as companhias de tabaco já foram, porque o alvo do comércio afeta especificamente as crianças, que estão ficando cada vez mais obesas, diabéticas e viciadas nesses produtos, antes que tenhas idade suficiente para tomares sua próprias decisões conscientes.

5. Insulina

A insulina é um hormônio muito importante, que regula o armazenamento de energia, entre outras coisas, uma das funções da insulina é contar as células de gordura e a dieta ocidental provoca alguma resistência à insulina. Em muitos indivíduos, os níveis de insulina aumentam, fazendo com que a energia fique armazenada nas células de gordura, em vez de estar disponível. A melhor maneira de diminuir a insulina é cortar os carboidratos, o que geralmente leva a uma redução automática da ingestão de calorias e perda de peso sem esforço, sem contagem de calorias ou porção de controle.

6. Causa Secundária de Alguns Medicamentos

Existem muitos medicamentos farmacêuticos que aumentam o ganho de peso, como uma causa secundária. Para dar exemplos, os medicamentos para diabetes, antidepressivos, antipsicóticos etc. Essas drogas não causam “deficiência na força de vontade”  – elas alteram as funções do corpo e cérebro, seletivamente acumulando as gorduras, ao invés de serem usadas como energia.

7. Leptina

Outro hormônio crucial para a obesidade é a leptina. Este hormônio é produzido pelas células de gordura e enviam sinais para o hipotálamo (a parte do nosso cérebro que controla a ingestão de alimentos), que aponta quando estamos cheios e precisamos parar de comer. As pessoas obesas têm muita gordura e muita leptina. O problema é que a leptina não funciona como devia, pois por algum motivo, o cérebro resiste a ela. Isso é chamado de resistência à leptina e pode ser o fator principal na patogênese da obesidade.

8. Disponibilidade de Comida

Um fator que está engordando a população mundial é a enorme disponibilidade de alimentos, em especial, a de junk food, que está em toda parte. Até postos de gasolina vendem alimentos e normalmente, são produtos como barras de chocolate em áreas que maximizam as chances de compra por impulso. Outro problema relacionado com a disponibilidade é que muitas vezes, essas comidinhas rápidas, são mais em conta do que a comida de verdade, no Estados Unidos então… Algumas pessoas nos bairros mais pobres, nem sequer têm a opção de comprar alimentos reais. As lojas de conveniência nessas áreas só vendem refrigerantes, doces e alimentos processados, embalados. Como é que pode ser uma questão de escolha se você literalmente não tenho escolha?

9. Açúcar

O açúcar é a pior parte da dieta moderna. A razão é que, quando consumido em excesso, o açúcar altera os hormônios e bioquímica do corpo, contribuindo para o aumento de peso. A adição de açúcar é metade glicose e a outra metade frutose. Obtemos glicose a partir de todos os tipos de alimentos, incluindo amidos, mas a maior é a frutose dos açúcares adicionados. O excesso de consumo de frutose provoca resistência à insulina, níveis elevados de insulina e ainda causar resistência à leptina, pelo menos em ratos. Além disso, não provoca saciedade, da mesma forma como a glicose. Todos estes fatores contribuem para o armazenamento de energia, logo, a obesidade .

10. Desinformação

O mundo está sendo mal informado sobre saúde e nutrição. A principal razão para isso é que as empresas de alimentos patrocinam cientistas e as principais organizações de saúde. Por exemplo, a Academia de Nutrição e Dietética (a maior organização de profissionais de nutrição no mundo) é fortemente patrocinada pela Coca Cola, Kellogg e Pepsico. A American Diabetes Association é patrocinada com milhões de dólares por ano pelas empresas farmacêuticas, que lucram diretamente como o conselho errônea sobre as dietas de baixa gordura. Até as diretrizes oficiais promovidos pelo governo parecem serem organizadas para proteger os interesses de promover a saúde dos indivíduos pelas corporações. Como as pessoas fazem as escolhas certas, se estão sendo constantemente influenciadas por governo, organizações de saúde?

Conclusão

A menos que haja alguma condição médica, está dentro do poder de qualquer indivíduo o controle do seu próprio peso. Isso pode ser feito! Vai dar muito trabalho e, quem sabe, uma mudança drástica no estilo de vida, onde muita gente não tem sucesso à longo prazo. O ponto deste artigo vai além da “responsabilidade individual”, mas à epidemia de obesidade. Como os alimentos e a sociedade foram projetadas são fatores importantes que devem ser corrigidos. A idéia de que tudo é causado por uma falta de força de vontade é exatamente o que as empresas de alimentos querem nos fazer acreditar, para que eles possam continuar com o marketing antiético.

11 Benefícios do Gengibre para a Saúde (o No. 5 é Insano)

O gengibre está entre as mais saudáveis (e mais deliciosas) especiarias do planeta. O gengibre é carregado com nutrientes e compostos bioativos que possuem benefícios poderosos  para o corpo e cérebro. Aqui estão 11 benefícios do gengibre para a saúde, suportados por pesquisa científica.

gengibre

1. Gengibre Contém Gingerol, uma Substância com Poderosa Propriedade Medicinal   

O gengibre é uma planta com flor, oriunda da China. O gengibre pertence à família Zingiberaceae e está intimamente relacionado com o açafrão, cardomomo e galanga. O rizoma (parte subterrânea do caule) é a parte utilizada como tempero. É muitas vezes chamado de raiz do gengibre. O gengibre tem uma longa história de uso em diversas formas de medicina tradicional / alternativa. Tem sido usada para ajudar na digestão, reduzir a náusea e ajudar a combater a gripe e o resfriado comum, para citar alguns. Gengibre podem ser usado fresco, seco, em pó, como um óleo ou suco, e é, por vezes, adicionados aos alimentos processados ​​e produtos cosméticos. É um ingrediente muito comum em receitas. A fragrância e sabor do gengibre provém óleos naturais, o mais importante é o gingerol, um composto bioativo do gengibre, responsável por grande parte de suas propriedades medicinais. Tem efeitos anti-inflamatórios e antioxidantes potentes.

Resumo: O gengibre é uma especiaria popular, rica em gingerol, uma substância com propriedades anti-inflamatórias e antioxidantes potentes.

2. Gengibre pode Tratar a Náusea de muitas Formas

O gengibre apresenta eficácia contra a náusea. O exemplo é uma longa história de utilização como remédio para doença do mar e existem provas de que pode ser tão eficaz como medicamento sob prescrição. O gengibre também pode aliviar as náuseas e vômitos do pós-cirúrgico e em pacientes com câncer submetidos à quimioterapia. Porém, pode ser mais eficaz quando se trata de náuseas relacionadas com a gravidez, tais como os sintomas da manhã. De acordo com uma revisão de 12 estudos, que incluíram um total de 1.278 mulheres grávidas, 1 – 1,5 gramas de gengibre, pôde reduzir significativamente os sintomas das náuseas. No entanto, o gengibre não apresentou efeito contra o vômito neste estudo. Embora o gengibre seja considerado seguro, se você está grávida, converse com seu médico antes de tomar grandes quantidades. Alguns acreditam que grandes quantidades de gengibre podem aumentar o risco de aborto, mas atualmente não há estudos que suportem isso.

Resumo: 1-1,5 gramas de gengibre pode ajudar a prevenir vários tipos de náuseas. Isso se aplica a doença do mar, a náusea relacionada à quimioterapia, náuseas pós- cirúrgico e os sintomas da doença característica da manhã.

3. Gengibre Pode Reduzir Dores Musculares

O gengibre pode ser eficaz contra a dor muscular induzida pelo exercício físico. Em um estudo, que testou o consumo de 2 gramas de gengibre por dia, durante 11 dias, reduziu significativamente a dor muscular das pessoas que realizam exercícios. O gengibre não tem impacto imediato, mas pode ser eficaz na progressão do dia-a-dia de dor muscular. Estes efeitos são propriedades anti-inflamatórias.

Resumo: Gengibre tem eficácia em reduzir, na progressão do dia-a-dia, a dor muscular e pode reduzir a dor muscular induzida pelo exercício físico.

4. Efeito Anti-inflamatório Pode Ajudar contra a Osteoartrite

A osteoartrite é um problema de saúde comum, que envolve a degeneração das articulações do corpo, levando os sintomas de dor e rigidez das articulações. Em um estudo controlado com 247 pessoas com osteoartrite no joelho, concluiu que aqueles que tomaram extrato de gengibre tiveram menos dor e a necessidade de menos medicação. Outro estudo descobriu que a combinação de gengibre, mastique, canela e óleo de sésamo, pode reduzir a dor e a rigidez em pacientes com osteoartrite.
Resumo: Alguns estudos mostram o gengibre com eficácia na redução dos sintomas de osteoartrite, que é um problema de saúde muito comum.

5. Gengibre Pode Reduzir o Açúcar no Sangue e os Fatores de Risco das Doenças Cardíacas

Esta área da pesquisa é relativamente nova, mas o gengibre aponta para propriedades anti-diabéticas poderosas. Em um recente estudo com 41 participantes portadores de diabetes tipo II, constatou que 2 gramas de gengibre em pó por dia, em jejum, reduziu o açúcar no sangue em 12%. Outra melhoria considerável, foi no indicador do nível de açúcar no sangue à longo prazo, levando a uma redução de 10% ao longo de um período de 12 semanas. Houve também uma redução de 28% na relação ApoB / ApoA-I e uma redução de 23% nos indicadores de lipoproteínas oxidadas, que são os dois principais fatores de risco para doenças cardíacas. No entanto, tenha em mente que este foi apenas um pequeno estudo. Os resultados são impressionantes, mas ainda precisam ser confirmados com outros estudos, antes de quaisquer recomendações.

Resumo: O gengibre pode reduzir os níveis de açúcar no sangue e melhorar vários fatores de risco da doença cardíaca em pacientes com diabetes tipo II.

6. Gengibre Pode Tratar a Indigestão Crônica

A indigestão crônica (dispepsia) é caracterizada pela dor recorrente e desconforto na parte superior do estômago. Acredita-se, que o esvaziamento retardado do estômago é um fator importante  para a indigestão. Curiosamente, o gengibre demonstrou acelerar o esvaziamento do estômago em pessoas nesta condição. Depois de comer sopa, o gengibre reduziu o tempo de esvaziamento d estômago, cerca de 16-12 minutos. Num estudo com 24 indivíduos saudáveis, 1,2 gramas de gengibre em pó, antes de uma refeição, acelera esvaziamento do estômago em 50%.

Resumo: Gengibre parece acelerar o esvaziamento do estômago, o que pode ser benéfico para pessoas com indigestão e desconforto estomacal.

7. Gengibre em Pó Reduzir as Dores Menstruais

A dor menstrual (dismenorréia) é a dor sentida durante o ciclo menstrual da mulher. Um dos usos tradicionais do gengibre é para o alívio desta dor. Em um estudo, 150 mulheres foram instruídas a tomar 1 grama de gengibre em pó por dia, durante os primeiros 3 dias do período menstrual. O gengibre conseguiu reduzir a dor de forma tão eficaz como a droga Ponstan® e ibuprofeno.

Resumo: Gengibre parece muito eficaz contra a dor menstrual quando tomado no início do período menstrual.

8. Gengibre Pode Diminuir os Níveis de Colesterol

Os níveis elevados de lipoproteínas (LDL, o colesterol “mau”) estão ligados à um maior risco da doença cardíaca. Os alimentos ingeridos podem ter uma forte influência sobre os níveis de LDL. Um estudo de 45 dias com 85 indivíduos que sofrem de colesterol elevado, observou que a ingestão de 3 gramas de gengibre em pó, causou reduções significativas na maioria dos indicadores do colesterol. Isto é suportado por um estudo com ratos, onde o extrato de gengibre reduziu o colesterol LDL no mesmo nível que a atorvastatina, droga para a redução do colesterol. Ambos os estudos também mostraram reduções no colesterol total e nos triglicerídeos sanguíneos.
Redução: Evidências, tanto em animais e seres humanos, mostram que o gengibre pode levar a reduções significativas nos níveis de colesterol LDL e triglicerídeos no sangue.

9. Gengibre Contém uma Substância que Pode Ajudar a Prevenir o Câncer  

O câncer é uma doença muito grave, que se caracteriza pelo crescimento descontrolado de células anômalas. O extrato de gengibre tem sido estudado como um tratamento alternativo para várias formas de câncer. As propriedades anti-câncer são atribuídas ao 6-gingerol, uma substância encontrada em grandes quantidades no gengibre cru. Um estudo com 30 indivíduos, que fizeram uso de 2 gramas de extrato de gengibre por dia, mostrou uma significativa redução das moléculas de sinalização inflamatória no cólon. No entanto, um estudo de seguimento com indivíduos portadores de um alto risco de câncer no cólon, não confirmaram esses achados. Ainda que limitada, há evidência de que o gengibre pode ser eficaz contra o câncer de pâncreas, câncer de mama e câncer de ovário. Maiores pesquisas são necessárias.
Resumo: O gengibre contém uma substância chamada de 6-gingerol, que pode ter efeitos protetores contra o câncer. No entanto, é preciso mais estudos de aprofundamento.

10. Gengibre Pode Melhorar a Função do Cérebro e Proteger Contra o Alzheimer

O estresse oxidativo e a inflamação crônica pode acelerar o processo de envelhecimento e são fatores que estão entre os principais motores da doença de Alzheimer e declínio cognitivo relacionado à idade. Alguns estudos com animais sugerem que os compostos antioxidantes e bioativos do gengibre, pode inibir as reações inflamatórias que ocorrem no cérebro. Há também evidências de que o gengibre pode melhorar diretamente a função cerebral. Um estudo com 60 mulheres de meia-idade, o extrato de gengibre demonstrou uma melhoraria do tempo de reação e memória. Além dos inúmeros estudos com animais, que endossam o uso do gengibre contra o declínio relativo à idade na função cerebral.
Resumo: Estudos sugerem que o gengibre protege contra os danos no cérebro relacionados com a idade. O gengibre também pode melhorar a função cerebral das mulheres idosas.

11. O Ingrediente Ativo do Gengibre Pode Combater Infecções  

O gingerol é a substância bioativa do gengibre fresco e pode ajudar a diminuir o risco de infecções. Na verdade, o extrato de gengibre pode inibir o crescimento de muitos tipos diferentes de bactérias. É muito eficaz contra as bactérias orais associadas a doenças inflamatórias das gengivas, tais como gengivite e periodontite. Além disso, o gengibre fresco também pode ser eficaz contra o vírus RSV, uma causa comum de infecções respiratórias.

12. Quer Mais?

O gengibre é um de poucos “super alimentos”, mais importante do que o próprio termo sugere.

Pão Ezequiel: é o Pão Mais Saudável para Você

A consciência dos efeitos nocivos do trigo aumentou um pouco nos últimos anos. O trigo é uma grande parte da dieta da maioria das pessoas, que já estão procurando alternativas saudáveis​​. As pessoas querem saber mais sobre o pão Ezequiel , que é diferente da maioria dos outros tipos de pão.

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O Que É o Pão Ezequiel?

O pão Ezequiel é diferente por várias razões. Enquanto a maioria dos pães contêm açúcar adicionado, o pão Ezequiel não, e é feito a partir de orgânicos e grãos inteiros germinados. O processo de germinação altera significativamente a composição dos nutrientes dos grãos. Em contraste com a maioria dos pães comerciais, que consistem principalmente de trigo refinado ou trigo integral pulverizado, o pão Ezequiel contém vários tipos diferentes de cereais e leguminosas:

– 4 tipos de grãos de cereais : trigo, milho, cevada e espelta.

– 2 tipos de leguminosas : soja e lentilhas.

Todos os grãos e todas as leguminosas são cultivadas organicamente e deixadas a germinar antes de serem processadas​, misturadas e cozidas para a produção final. É bom salientar que o trigo, cevada e espelta contêm glúten, por isso, o pão Ezequiel está fora de questão para as pessoas com doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.

O Que a Germinação Proporciona?

O trigo ou o milho, possuem pequenas sementes com uma maquinaria molecular extremamente complexa. Existem genes, proteínas e enzimas que podem transformar essas sementes em uma planta inteira. Quando o grão recebe os “sinais” certos – um processo bioquímico complexo inicia. A semente começa a germinar, rompe a casca e envia emaranhados chamados de brotos da terra. Com água e nutrientes suficientes no solo, esta pequena semente se transforma em uma planta. Uma semente germinada é uma semente autorizada a iniciar todo o processo, que compreende o crescimento e as transformações de uma planta inteira. Mas há uma coisa que precisamos ter em mente aqui … a semente não quer brotar em um ambiente hostil. Por exemplo, se começarem a brotar quando a terra está seca, então não seria capaz de se transformar em uma planta e acabaria morrendo. Por esta razão, as sementes têm mecanismos de proteção chamadas inibidores de enzima, que os impedem de brotar na hora certa. Ao dar a semente os sinais corretos, principalmente hidratação (água) e a temperatura certa, os inibidores da enzima são bloqueados e a semente germina.

Grãos e Leguminosas Contêm Anti-Nutrientes

Outro ponto importante é que a maioria dos organismos não querem ser ‘comidos’. Cereais e leguminosas não são exceções. Eles precisam sobreviver para a próxima geração, ciclo biológico. Certas plantas desenvolveram os chamados anti-nutrientes, a fim de desencorajar animais de consumí-los. Estas substâncias podem prevenir a absorção de nutrientes, inibirem as enzimas digestivas e causarem efeitos negativos à saúde. Um exemplo é a soja … devido a inibidores de enzimas, que são tóxicos quando cru. Embora a maioria dos grãos e legumes sejam comestíveis, depois de serem cozinhados, mesmo assim não elimina todos os anti-nutrientes. Muitas populações não-industriais pelo mundo comem grãos sem problemas, mas a maioria deles usam métodos de preparação tradicionais, como a imersão, fermentação e cozimento para reduzir a quantidade de anti-nutrientes.

Grãos Germinados São Mais Saudáveis?

Brotos são os grãos imersos na água e permitidos a germinar, que reagem com uma série de reações bioquímicas. Os benefícios são dois:

  1. Germinação aumenta a quantidade de nutrientes saudáveis.
  2. Germinação reduz a quantidade de anti-nutrientes prejudiciais.

Como a Germinação Melhora os Nutrientes

Devido ao processo de germinação, o pão Ezequiel contém mais alguns nutrientes vitais. Alguns de estudos mostram que a germinação dos grãos aumentam o teor do aminoácido lisina. A lisina é o aminoácido limitante de muitas plantas, a germinação aumenta a eficiência das proteínas do grão, utilizados para fins estruturais e funcionais no corpo humano. Além disso, a combinação dos grãos (trigo, milho, cevada e espelta) com as leguminosas (soja e lentilhas) aumentam a qualidade da proteína. Estudos também mostram que o broto do trigo pode levar a aumentos significativos de fibra solúvel, folato, vitamina C, vitamina E e beta-caroteno. A germinação também diminui parcialmente o amido, pois a semente usa a energia do amido para alimentar o processo de germinação. Por esta razão, os grãos germinados têm um pouco menos carboidratos. Então, devido a esse processo, o pão Ezequiel deve ser definitivamente mais nutritivo do que a maioria dos outros tipos de pão.

Como a Germinação Diminui os Anti-Nutrientes

Os grãos germinados também têm menores quantidades de anti-nutrientes, que são substâncias que inibem a absorção de minerais e pode causar danos .

Ácido fítico é uma substância encontrada nos grãos e muitos outros alimentos. Podem ligar minerais como o zinco, cálcio, magnésio e ferro, a fim de impedí-los de serem absorvidos. A germinação reduz o ácido fítico.
Inibidores da enzima estão presentes em sementes, que os protegem da germinação espontânea, mas também podem transformar os nutrientes.

Outro benefício da germinação é que ela reduz a quantidade de glúten, uma proteína que muitas pessoas são sensíveis e é encontrada no trigo, espelta, centeio e cevada. Devido à redução dos anti-nutrientes, o pão Ezequiel pode ser mais fácil de digerir e os nutrientes são mais acessíveis para o corpo.

O Trigo Ainda Está Associado à Vários Problemas de Saúde

É importante ter em mente que, apesar de ser orgânico, o trigo ainda é o ingrediente número 1 do pão Ezequiel. Este é um problema, porque o trigo moderno está associado com um número de problemas de saúde. Por exemplo:

  • Contém glúten. Muitas pessoas são sensíveis e contribue para problemas digestivos, aumento da permeabilidade intestinal etc.
  • Consumo do trigo está associado à casos de ataxia cerebelar, esquizofrenia e autismo, em ensaios clínicos controlados, indicando que o glúten de trigo pode contribuir para estas doenças em alguns indivíduos.
  • A fibra do trigo pode contribuir para uma deficiência de vitamina D, fazendo o corpo queimar seu estoque de vitamina D muito mais rápido.
  • Um estudo controlado mostra que o trigo integral (sim, o tipo ” coração saudável ” ) pode aumentar o colesterol LDL, pequenas e densas partículas LDL, o que deve se traduzir em um aumento do risco da doença cardíaca.

A germinação não vai eliminar estes efeitos negativos para a saúde, embora possa atenuar um pouco. Se você não for sensível ao glúten e não estiver em uma dieta restrita de carboidrato, o pão Ezequiel pode ser uma escolha saudável. Certamente, é uma opção muito melhor do que 99% dos pães das prateleiras das lojas … que normalmente são feitos de trigo refinado e muitas vezes contêm grande quantidade de açúcar.

Conclusão

O pão Ezequiel está disponível em muitos supermercados e lojas de alimentos saudáveis​​. Você também pode encontrar uma receita e fazer o seu próprio. De todo modo, o pão Ezequiel ainda é pão. Para a nutrição ideal, provavelmente seria melhor as pessoas ignorarem o pão e buscarem por alimentos reais, como animais e plantas. No entanto, se você está fazendo o seu melhor para comer saudável, mas não estão disposto a desistir d pão ainda, o pão Ezequiel é definitivamente uma escolha muito mais saudável.

5 Erros da Dieta de Baixo Carboidrato

Esse meu achado foi feito através do Livro A Arte e Ciência da Baixa – Carboidratos Vivo, dos Autores Dr Jeff S. Volek e Dr. Stephen D. Phinney, os dois são os maiores quando estamos falando de dieta de baixo carboidrato. Segundo eles, existem obstáculos que as pessoas se equivocam, o que pode levar a efeitos adversos e a resultados abaixo das expectativas. Para entrar em completa cetose e colher todos os benefícios metabólicos da dieta de baixo carboidrato, cortar apenas o carboidrato não é o suficiente. Se você não obtiver o resultado esperado, talvez você esteja cometendo um dos 5 erros abaixo:

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1. Comendo Muita Proteína

A proteína é um macronutriente muito importante, que a maioria das pessoas não consome o suficiente. O nível de saciedade da proteína é alto, o que justifica o aumento da queima de gordura, em comparação com outros alimentos. Amplamente falando, comer mais proteína pode levar à perda de peso e melhorar a composição corporal. No entanto, quem faz a dieta de  baixo carboidrato e come uma grande quantidade de alimentos de origem animal magra, pode acabar exagerando. Quando você come mais proteína do que seu corpo precisa, uma parte dos aminoácidos da proteína se transforma em glicose, através de um processo chamado glicogênese. Isso pode ser um problema das dietas de baixo carboidrato. A dieta cetogênica impede o seu corpo de entrar em cetose completa.

Resumo: A proteína pode ser transformada em glicose por meio de um processo chamado glicogênese e o consumo excessivo da proteína pode impedir o estado de cetose.

2. Comendo Muito Carboidrato

Não existe uma definição clara do que exatamente constitui uma “dieta baixa em carboidratos.” Alguns chamam de qualquer coisa que esteja entre 100-150 gramas de carboidrato por dia, o que é definitivamente, muito menos do que a dieta padrão ocidental. Muita gente pode atingir ótimos resultados dentro desta gama de carboidrato. Mas, se você quiser entrar em cetose e inundar a sua corrente sanguínea de cetona para fornecer ao seu cérebro, uma fonte eficiente de energia, então esse nível de ingestão pode ser excessiva. A auto experimentação é natural para descobrir a sua taxa ideal, pois isso depende de um monte de coisas, no entanto, a maioria das pessoas entram em cetose completa, com até 50 gramas de carboidrato por dia. Isso não dá muitas opções de carboidrato, exceto legumes e pequenas quantidades de frutos silvestres.

Resumo: Se você quiser entrar em cetose e colher os benefícios metabólicos completos de uma dieta de baixo carboidrato, o indicado é comer até 50 gramas de carboidratos por dia.

3. Assustado em Comer Gordura

A maioria das pessoas consomem as suas calorias, possivelmente de açúcares e grãos. Quando você remove esta fonte de energia com uma dieta, você substitui por algo ou você morre de fome, mas é claro, você deve adicionar gordura para compensar. Se você não fizer isso, você vai ficar com fome, se sentindo mal. Não há nenhuma razão científica para temer a gordura, contanto que você escolha as gorduras saudáveis: as saturadas, monoinsaturadas e o ácido graxo ômega-3, mantendo os óleos vegetais, ao mínimo, e eliminando as gorduras trans. Manter entorno de 50-60% do total das calorias, quando estiver em um plano de baixa caloria. De acordo com Volek e Phinney, a gordura em torno de 70% do total de calorias, pode ser ainda melhor. Para obter gordura nessa faixa, você deve escolher cortes gordos de carne e adicionar gorduras saudáveis ​​como a manteiga, banha de porco, coco e azeite nas suas refeições.

Resumo: Uma dieta muito de baixo carboidrato deve ser rica em gordura, caso contrário, você não vai ter energia suficiente para sustentar-se.

4. Não ser Paciente 

Seu corpo é projetado para queimar carboidrato. Então, se eles estão sempre disponíveis, o seu corpo escolhe usá-lo. Se você reduzir drasticamente os carboidratos, o seu corpo precisa para mudar para a outra fonte de energia … a gordura, que tanto vem de sua dieta ou seu corpo armazena a gordura . Pode demorar alguns dias para que o corpo se adapte à queima primária da gordura, ao invés de carboidrato. Durante esse período, você provavelmente vai se sentir inseguro. Isso é chamado de “gripe do baixo carboidrato” e acontece com a maioria das pessoas. A adaptação completa pode levar várias semanas. Por isso é importante ser paciente e rigoroso em sua dieta no início, para que essa adaptação metabólica te conduza à resultados satisfatórios.

Resumo: Pode demorar alguns dias para a “gripe low-carb” passar e várias semanas para a uma plena adaptação. É importante ser paciente.

5. Esquecendo de Abastecer o Sódio

Um dos principais mecanismos por trás das dietas de baixo carboidrato é a redução nos níveis de insulina. A insulina tem muitas funções no corpo, como a de contar as células de gordura para o seu armazenamento. Outra função da insulina, é a ligação com os rins para a o estoque de sódio. Em uma dieta low-carb, seus níveis de insulina caem e junto, o sódio. É por isso, que muitas vezes, as pessoas se livrar do excesso de inchaço dentro de alguns dias ao comerem pouco carboidrato. No entanto, o sódio é um eletrólito crucial no corpo e isto pode ser uma problemática, quando os rins o dispensam em demasia. Esta é uma das principais razões para as pessoas sentirem os efeitos colaterais das dietas de baixo carboidrato: tontura, fadiga, dores de cabeça e até mesmo prisão de ventre, são exemplos. A melhor maneira de contornar este problema é aumentando o sódio na dieta. Você pode fazer isso adicionando mais sal a seus alimentos, mas se isso não é o suficiente, então você pode beber uma xícara de caldo, todos os dias, como uma sopa no copo e fornece 2 gramas de sódio.

Resumo: dietas de baixo carboidrato (níveis mais baixos de insulina) faz com que os rins excretem o excesso de sódio do corpo. Isto pode conduzir a uma deficiência leve do sódio.

Conclusão Erros da Dieta de Baixo Carboidrato

As dietas de baixo carboidrato são uma cura potencial para alguns dos maiores problemas de saúde do mundo, incluindo a obesidade e a diabetes tipo II. No entanto, apenas aplicando rigorosamente, para obter os melhores resultados.

Trigo Integral: 6 Maneiras para destruir seu “Coração Saudável”

Novos estudos mostram que até mesmo o trigo integral pode contribuir para problemas de saúde graves. Aqui estão seis maneiras que o trigo pode destruir sua saúde.

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1. Trigo Possui Glúten

O glúten é a principal proteína encontrada no trigo e em alguns outros grãos como centeio, espelta e cevada. Esta proteína dá corpo, possibilita elásticidade e a torna maleável. Se você já trata a massa úmida em sua vida, então você vai saber do que se fala. O problema com o trigo moderno é que muitas pessoas são incapazes de digerir corretamente o glúten. O sistema imunológico “vê” as proteínas do glúten no trato digestivo, acha que elas são invasoras e monta um ataque … não apenas contra o glúten, mas também contra a própria parede digestiva. Esta é a principal característica da doença celíaca, uma grave doença que pode afetar até 1% da população. No entanto, há evidências de que uma percentagem muito maior de pessoas podem ser “sensíveis” ao glúten. Essas pessoas podem não ter a doença celíaca, mas elas sentem alguns sintomas quando ingerem o glúten. Há estudos com pessoas que não têm a doença celíaca, que mostra o glúten com o poder de danificar o revestimento intestinal, causando sintomas como dor, anemia, distensão abdominal, fezes inconsistência, cansaço, entre outros. Existe também a evidência de que o glúten pode fazer o revestimento do intestino mais permeável, permitindo que substâncias potenciais parcialmente digeridas abram “fuga” pelo trato digestivo até a corrente sanguínea. Claro, é importante ressaltar que nem todas as pessoas são sensíveis ao trigo. Algumas pessoas parecem tolerar isso muito bem. A melhor maneira de saber se você é sensível ao trigo e glúten é eliminá-lo por 30 dias, em seguida, reintegrá-lo a dieta e perceber se sente algum sintoma.

Resumo: Há evidências crescentes de que uma percentagem significativa da população pode ser “sensível” ao glúten. Sensibilidade ao glúten pode causar diversos efeitos adversos.

2. Trigo Causa Picos de Açúcar no Sangue Rapidamente

Produtos de grãos refinados, como o pão branco é digerido rapidamente, os picos de açúcar no sangue podem ser frequentes, seguidas de uma queda, o que estimulam a fome, sugerindo uma outra refeição, o que acaba por ser um alto carboidrato. Este fenômeno é conhecido como a “montanha russa de açúcar no sangue.” No entanto, os produtos feitos a partir de grãos integrais contêm mais fibras e levam a aumentos mais lentos de açúcar no sangue. O problema é que os grãos integrais não são como os apresentam. Muitas vezes, eles são pulverizados em farinha muito fina, que também é digerida rapidamente, levando a picos rápidos de açúcar no sangue. O índice glicêmico (IG) é um marcador que calcula a velocidade que os alimentos elevam os níveis de açúcar no sangue. Um pão de trigo integral médio tem um índice glicêmico de 71, o mesmo que o pão branco. Comer uma dieta com uma grande quantidade de alimentos de alto IG, está associado com a obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e até mesmo o câncer. Açúcares sanguíneos elevados também causam complicações, quando a glucose reage com as proteínas no organismo. Isto é chamado de glicação e é um dos componentes do envelhecimento.

Resumo: A maioria dos produtos integrais são pulverizados em farinha muito fina, o que tende a elevar o açúcar no sangue rapidamente, a causa de todos os problemas desse tipo.

3. Trigo Contém substâncias que Roubam Nutrientes do Corpo

Caloria por caloria, o trigo não é muito nutritivo comparado a outros alimentos reais, como animais e vegetais. O trigo contém substâncias que “roubam” nutrientes de outros alimentos.

– Uma substância do trigo chamado ácido fítico pode ligar minerais como o cálcio, zinco, ferro e magnésio e impedi-los de serem absorvidos. O trigo integral ainda possui mais ácido fítico do que o trigo refinado.
– O trigo não contém os aminoácidos essenciais nas proporções adequadas e não é, portanto, uma boa fonte de proteína para os seres humanos.
– Em indivíduos sensíveis ao glúten, o revestimento digestivo pode se  danificar, reduzindo a absorção de todos os nutrientes.
– Um estudo mostra que a fibra do trigo pode fazer as pessoas queimar a sua própria vitamina D 30% mais rápido, aumentando o risco de deficiência.

Resumo: O trigo contém uma substância chamada ácido fítico, que pode reduzir a absorção de minerais importantes. Ele também pode levar as pessoas a queimar suas reservas de vitamina D mais rapidamente, contribuindo para a deficiência.

4. Consumo de Trigo está Associado com Várias doenças Cerebrais

Estudos mostram que o consumo de trigo está associado com distúrbios graves do cérebro.

Glúten e Ataxia Cerebelar

Ataxia cerebelar é um distúrbio motor causada por lesões no cerebelo, uma parte do cérebro que controla as funções motoras. Uma forma desta doença pode ser causada ou exacerbada por consumo de glúten. Ele é chamado ataxia glúten e envolve um ataque auto-imune no cerebelo. Vários estudos mostram uma associação entre o glúten, a sensibilidade ao glúten e ataxia cerebelar. Um estudo controlado mostrou também uma melhora nos pacientes portadores-ataxia sob uma dieta livre de glúten.

Glúten e esquizofrenia

A esquizofrenia é um transtorno mental grave que aflige cerca de 0,3-0,7% das pessoas em algum momento da vida. Há fortes associações entre a doença celíaca, a sensibilidade ao glúten e esquizofrenia. Muitos indivíduos esquizofrênicos têm anticorpos contra o glúten em sua corrente sanguínea. Há também um ensaio clínico controlado e vários relatos de casos que mostram que alguns (não todos) pacientes esquizofrênicos podem perceber uma melhora numa dieta 0% glúten.

Outros transtornos cerebrais

Outros distúrbios do cérebro que pode ser associada com a doença celíaca e sensibilidade ao glúten são autismo e epilepsia. Estes são apenas um punhado de distúrbios que se correlaciona à doença celíaca e sensibilidade ao glúten. A sugestão não é a de sacramentar que o trigo e o glútem levam à esses transtornos, mas apenas que apresentar evidências de o glúten ser um fator contribuinte em alguns pacientes. Isso definitivamente precisa ser mais bem estudado.
Resumo: Ser sensível ao glúten está associado com muitos distúrbios do cérebro, tais como a esquizofrenia, ataxia cerebelar, autismo e epilepsia.

5. Trigo Pode Viciar

Há alguns que acreditam que o trigo pode ser viciante, mas isso ainda não é comprovado, embora exista especulação e observação. Quando as proteínas são quebradas, considerando o glúten num tubo de ensaio, os péptidos que se formam são capazes de estimular receptores de opióides. Estes péptidos são chamados exorphins (glúten). Os receptores opióides são os receptores no cérebro que são estimulados por drogas como a heroína e morfina, bem como endorfinas que são liberadas naturalmente quando fazemos algo como correr. A teoria é assim … o glúten que comemos é quebrada para baixo para estes peptídeos opióides, que, em seguida, vão para o sangue e cérebro, onde causam dependência de trigo. Exorphins foram encontrados no sangue de pacientes com a doença celíaca e evidências mostram que alguns animais também produzem  exorphins. A relação ainda é apenas teórica. Nenhuma prova irrefutável prova que e trigo é viciante. A idéia parece plausível.

Resumo: Os produtos da digestão do glúten podem ser capazes de estimular os receptores opióides e contribuir para a dependência. No entanto, isso precisa ser mais bem estudado, antes que possamos tirar conclusões.

6. Trigo Integral Aumenta o Colesterol LDL (Pequeno e Denso)

Níveis elevados de LDL (o “mau” colesterol) estão associados a um maior risco de doença cardíaca. No entanto, os estudos mostram que não existem apenas um tipo de LDL. O tamanho das moléculas de LDL parece ser importante. As pessoas que têm, partículas de LDL densas principalmente pequenas (também chamadas de padrão B) estão em maior risco de doença cardíaca. A associação não é tão forte para as pessoas que têm principalmente, grandes partículas de LDL, conhecido como padrão A. Um estudo randomizado dividiu 36 homens com excesso de peso em dois grupos. Um grupo foi instruído a comer aveia integral, o outro de trigo integral. O estudo se estendeu por 12 semanas e mediram importantes fatores de risco para doenças cardíacas. O grupo de aveia tiveram reduções no LDL total. No entanto, o grupo de trigo teve aumentos em 8% do LDL e aumentou o número de partículas de LDL de 14,2% para o enorme 60,4%, em partículas pequenas e densas de LDL. O grupo do trigo também tiveram aumentos no colesterol total e triglicérides, mas a diferença não foi estatisticamente significativa. Segundo este estudo, o trigo aumenta o risco de doenças do coração … e venderem como um produto “saudável para o coração” é uma brincadeira de mau gosto.

Conclusão

Muitas vezes os profissionais de nutrição convencionais, nos dizendo para escolher o trigo integral, em vez do refinado, essa idéia é baseada numa lógica falha. Dizendo que o trigo integral é saudável porque é melhor do que o trigo refinado é como dizer que os cigarros com filtro são saudáveis ​​porque eles são melhores do que os cigarros sem filtro. Usando a mesma lógica, todos devem estar fumando cigarros com filtro para os benefícios de saúde . Simplesmente não faz sentido.